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Como atletas conseguem patrocínio (de verdade)

Entenda por que posicionamento é mais importante que visibilidade na construção de parcerias.

JM

Jackson Mattos

Estrategista de Marca no Esporte

A maioria dos atletas busca patrocínio da forma errada.

Monta uma apresentação com números de seguidores, lista de resultados e fotos de pódio. Envia para dezenas de marcas. E espera.

O retorno quase nunca vem.

O que marcas realmente procuram

Marcas não patrocinam visibilidade — elas investem em posicionamento.

O que uma marca quer saber não é quantas pessoas te seguem. É: o que você representa? Qual valor você transfere para quem se associa a você?

Quando um atleta não tem clareza sobre isso, nenhuma apresentação resolve.

Quando tem, a apresentação se torna secundária — porque a percepção já está construída.

O erro da abordagem por volume

Enviar propostas genéricas para muitas marcas é o oposto de estratégia.

Patrocínio funciona quando existe alinhamento real entre o território de marca do atleta e o território da empresa. Isso exige estudo, posicionamento e narrativa — não disparo em massa.

O Método MTTS começa exatamente por aí: mapeando quem o atleta é, o que ele representa e para quem isso tem valor.

De pedido a proposta de valor

O atleta que entende seu posicionamento não pede patrocínio — ele propõe uma aliança estratégica.

Esse é o ponto de virada.

Porque marcas não querem ser patronas. Elas querem ser parceiras de quem já sabe o que representa.

A diferença entre conseguir ou não um patrocínio raramente é resultado. É clareza.

Se fizer sentido, entenda como o branding esportivo organiza essa construção.

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